terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

O que é o amor?




 Uma pesquisa sobre o que é o amor feita por profissionais de educação e psicologia com um grupo de crianças de 4 a 8 anos.

As crianças são sábias... vamos aprender juntos???

"Amor é quando alguém te magoa, e você, mesmo muito magoado, não grita, porque sabe que isso fere seus sentimentos" - Mathew, 6 anos

"Quando minha avó pegou artrite, ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô, desde então, pinta as unha para ela. Mesmo quando ele tem artrite" - Rebecca, 8 anos

"Eu sei que minha irmã mais velha me ama, porque ela me dá todas as suas roupas velhas e tem que sair para comprar outras" - Lauren, 4 anos

"Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, mesmo conhecendo há muito tempo" - Tommy, 6 anos

"Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente" - Billy, 4 anos

"Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas fritas, sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela" - Chrissy, 6 anos

"Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes, para ter certeza que está do gosto dele" - Danny, 6 anos

"Amor é o que está com a gente no natal, quando você pára de abrir os presentes e o escuta" - Bobby, 5 anos

"Se você quer aprender a amar melhor, você deve começar com um amigo que você não gosta. - Nikka 6 anos.

"Quando você fala para alguém algo ruim sobre você mesmo e sente medo que essa pessoa não venha a te amar por causa disso, aí você se surpreende, já que não só continuam te amando, como agora te amam mais ainda" - Samantha , 7 anos

"Há dois tipos de amor, o nosso amor e o amor de deus, mas o amor de deus junta os dois" - Jenny, 4 anos

"Amor é quando mamãe vê o papai suado e mal cheiroso e ainda fala que ele é mais bonito que o Robert Redford" - Chris, 8 anos

"Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai na platéia me acenando e sorrindo. Era a única pessoa fazendo isso e eu não sentia medo" - Cindy, 8 anos

"Não deveríamos dizer eu te amo a não ser quando realmente o sintamos. e se sentimos, então deveríamos expressá-lo muitas vezes. As pessoas esquecem de dizê-lo" - Jessica, 8 anos

"Amor é se abraçar, amor é se beijar, amor é dizer não" - Patty, 8 anos

"Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro" - Mary Ann, 4 anos

"Deus poderia ter dito palavras mágicas para que os pregos caíssem do crucifixo, mas ele não disse isso. Isso é amor" - Max, 5 anos".   


Esse é o amor na ótica dos pequeninos...

E para que você possa viver esse sentimento não é preciso procurar muito, ele está nas pequenas coisas, estar no seu dia-a-dia, num gesto gentil ou num simples bom dia!... 
Muitas pessoas tentam decifrar o que é o amor, inventam perguntas, teorias mirabolantes e na maioria das vezes não sabem a resposta, e não vão saber, porque amor é sentimento, e como tal tem que ser sentido, vivenciado, praticado. Amor é dedicação, é confiança, é cumplicidade, é paciência, é respeito, é compreensão, é desejar o bem do outro sem esperar nada em troca, é incondicional...
"Quem sabe não inventamos o amor para satisfazer os nossos desejos mais egoístas? Quem sabe gostamos tanto de nós mesmos que, nos induzimos a querer um outro alguém, que nos queira nas mesmas proporções?
Quem sabe, depois de nove meses sozinhos no útero, quando saímos para a vida externa, nos agarramos aos que nos eram mais próximos e, a partir daí, não conseguimos mais viver sem as outras pessoas?"..


Deixo aqui a incógnita para que se possa refletir...

No entanto, tenho a certeza de que toda forma pela qual o amor puder se expressar é válida. Cada um de nós sente o amor de uma maneira, com proporções e intensidades diferentes. Não compele o julgamento de valor, é apenas uma condição...

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Existir!


“Sabemos de sobra que o comportamento Humano está atrelado a Mente, e que a sua vez aos pensamentos, e quase sempre isso tudo aprisiona as pessoas, e o mais cruel de tudo, é elas não saberem nada sobre o assunto. Que é por ignorância já sabemos, mas também é um direito que cada um possui de saber ou não saber, e seguir ou não seguir, este é o verdadeiro direito de cada um e talvez o único. O gostar de si mesmo está intrinsecamente ligado ao conhecer a si mesmo e vice versa. O autoconhecimento deve nos levar às respostas dos porquês? Das razões para gostarmos ou não de nós mesmos, dos mapas de avaliação e julgamento e do peso que as impressões recebem em nosso sistema interior de justiça.
 Este ano que passou, 2009, foi o mais importante da minha vida, o que mais me ensinou, o mais difícil, e contraditoriamente o mais apaixonante... E agora é programar 2010 para o sucesso. Continuarei a ligar, a sempre ser gentil, mas, não dá mais para fazer sala e perder a chance de marcar um teatro, não da pra ficar na platéia e ver os outros brilharem, vou subir no palco e fazer  o meu próprio espetáculo. Sei que muitas críticas vão surgir, as pessoas vão dizer: você é “maluca”! E tal coisa e coisa e tal... Mas por que gostam de estar comigo? Por que gostam da minha maluquice? Porque a minha maluquice as preenche. De alguma forma eu sou a “louca” que elas não podem ser, pois, estão dentro dos padrões culturais e moralistas. Libertem-se, a reconquista de nossa liberdade faz com que tenhamos um sentimento de identidade e dignidade que nos é característica. Em períodos de conflitos, em que a liberdade nos é negada, reagimos contra aqueles que nos cerceia a nossa liberdade. Se não podemos ser livres, expressamos nossa indignação com sentimentos opostos aos que nos foram retirados. Precisamos de nosso senso de dignidade e de nossa identidade, mas para isso, devemos entrar em contato com aquilo que sentimos, seja ódio, raiva, inveja ou quaisquer outros sentimentos que negamos manifestar. Utilizarei vinte duas horas do meu dia para tudo que me faz bem, e deixarei que o mal ocupe somente duas horas desse tempo.  Não quero magoar e não vou deixar de magoar, mas uma coisa eu quero, realizar tudo que norteia meus conceitos, ser feliz, cantar e encantar, apaixonar e apaixonar-me, poetar, escrever artigos, viver... Agora chegou à hora! 
 O tesão de ser  psicóloga, de produzir artigos, relatórios, de criar e recriar uma nova forma de pensamento é o que me faz pulsar é o movimento da minha existência!”

domingo, 21 de fevereiro de 2010

As sinapses da aprendizagem


O Analista do Comportamento trabalha programando contingências ambientais para que as pessoas aprendam diferentes comportamentos, seja em casa, na escola, na clínica ou na empresa, enfim, em qualquer lugar onde existam pessoas (ou animais).
Nestas análises olhamos o ambiente, o organismo e as consequências de seus comportamentos, mas algo que não temos acesso direto são os neurônios desse organismo. Mas pelo que parece, nessas "brincadeiras" também estamos os alterando:
"Verificamos uma formação robusta e quase imediata de sinapses, menos de uma hora após o início do condicionamento", disse Yi Zuo, professor da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.
Yi Zuo verificou isso depois de ensinar ratos a passarem por uma certa passagem em uma gaiola para conseguirem alimento.
Acho legal ver estudos que mostram os efeitos neurológicos da aprendizagem. Nos dá esperança ao trabalhar com pessoas com lesões sérias ou transtornos mentais como esquizofrenia crônica. Jill Taylor que o diga.
Embora esse tipo de estudo não seja necessário para fazermos as mudanças de comportamento, podemos sonhar com o "fisiólogo do futuro" fazendo modificações diretamente no cérebro, poupando inúmeras sessões de treino. Será?
Fonte: Jornal da Ciência
Artigo original: "Rapid formation and selective stabilization of synapses for enduring motor memories" - Link

sábado, 20 de fevereiro de 2010

O que somos?...

"Somos um símbolo. Um campo magnetizado. Sementes das futuras sementes. Somos a vida “robótica”, que não precisa pensar, apenas usar as informações que a nós foram dadas. Cada ser humano é um belga, vivendo um paradoxo. Um dia cheio de mentiras omitidas, onde cada um sabe a verdadeira verdade: somos frutos de um passado que finge florescer!

Somos um símbolo. Ninguém é de ninguém. Os elos não são feitos pelo amor, mas por sentimentos condensados dentro de nós, em que se misturam e formam algo que faz-nos ver o outro de um modo melhor. E isso não é amor fraterno. É um conjunto de interesses que se é formado, para suprir expectativas que nós somos incapazes de doar ao semelhante.

Somos um símbolo. Afinal, ninguém ama porque é amado. Ama porque amor foi derivado de outros sentimentos menos importantes. E todos nós temos sentimentos inúteis.

Somos um símbolo. E o amor acompanha a evolução do homem. Não a evolução do macaco até o Homo Sapiens, mas uma interna. Isso significa que não se ama porque amar é legal, mas porque amar traz benefícios a si próprio.

Somos um símbolo. Somos porque “símbolos” podem representar qualquer coisa. Não que sejamos qualquer coisa, no entanto, qualquer coisa sempre pode ser achada dentro de nós. Quem diz amar quem não conhece, não é mentiroso apenas, é alguém que não ama nem a si mesmo."...  Autor Desconhecido!