segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Existir!


“Sabemos de sobra que o comportamento Humano está atrelado a Mente, e que a sua vez aos pensamentos, e quase sempre isso tudo aprisiona as pessoas, e o mais cruel de tudo, é elas não saberem nada sobre o assunto. Que é por ignorância já sabemos, mas também é um direito que cada um possui de saber ou não saber, e seguir ou não seguir, este é o verdadeiro direito de cada um e talvez o único. O gostar de si mesmo está intrinsecamente ligado ao conhecer a si mesmo e vice versa. O autoconhecimento deve nos levar às respostas dos porquês? Das razões para gostarmos ou não de nós mesmos, dos mapas de avaliação e julgamento e do peso que as impressões recebem em nosso sistema interior de justiça.
 Este ano que passou, 2009, foi o mais importante da minha vida, o que mais me ensinou, o mais difícil, e contraditoriamente o mais apaixonante... E agora é programar 2010 para o sucesso. Continuarei a ligar, a sempre ser gentil, mas, não dá mais para fazer sala e perder a chance de marcar um teatro, não da pra ficar na platéia e ver os outros brilharem, vou subir no palco e fazer  o meu próprio espetáculo. Sei que muitas críticas vão surgir, as pessoas vão dizer: você é “maluca”! E tal coisa e coisa e tal... Mas por que gostam de estar comigo? Por que gostam da minha maluquice? Porque a minha maluquice as preenche. De alguma forma eu sou a “louca” que elas não podem ser, pois, estão dentro dos padrões culturais e moralistas. Libertem-se, a reconquista de nossa liberdade faz com que tenhamos um sentimento de identidade e dignidade que nos é característica. Em períodos de conflitos, em que a liberdade nos é negada, reagimos contra aqueles que nos cerceia a nossa liberdade. Se não podemos ser livres, expressamos nossa indignação com sentimentos opostos aos que nos foram retirados. Precisamos de nosso senso de dignidade e de nossa identidade, mas para isso, devemos entrar em contato com aquilo que sentimos, seja ódio, raiva, inveja ou quaisquer outros sentimentos que negamos manifestar. Utilizarei vinte duas horas do meu dia para tudo que me faz bem, e deixarei que o mal ocupe somente duas horas desse tempo.  Não quero magoar e não vou deixar de magoar, mas uma coisa eu quero, realizar tudo que norteia meus conceitos, ser feliz, cantar e encantar, apaixonar e apaixonar-me, poetar, escrever artigos, viver... Agora chegou à hora! 
 O tesão de ser  psicóloga, de produzir artigos, relatórios, de criar e recriar uma nova forma de pensamento é o que me faz pulsar é o movimento da minha existência!”

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